Charles Darwin propôs a Teoria da Evolução por Seleção Natural, afirmando que tanto os humanos como toda a forma de vida é fruto da evolução de uma espécie mais primitiva. Para alguns, esse conceito não se aplica apenas na biologia, mas como uma verdade universal do nosso dia-a-dia. Conforme o tempo passa e a vida corre, estamos sempre evoluindo.
Até que é um pensamento muito interessante, mas ao responder um exercício do colégio, vi que algo estava errado, ou mal explicado, nesse princípio de evolução. Descreverei a situação:
Estava eu fazendo meu dever de casa, a matéria era história, e no exercício dizia "dê a sua opinião sobre a Segunda Guerra Mundial". Pensei e cheguei à conclusão ela é a verdadeira contradição desse conceito.
Fazendo uma rápida viagem no tempo, o ser humano sempre esteve em guerras. Na Idade Antiga tivemos conflitos entre gregos e romanos; na Idade Média a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra; na Idade Moderna houve mais derramamento de sangue entre a Europa pelas terras do Novo Mundo. Hoje estamos na Idade Contemporânea e nos matamos com metralhadoras, tanques e bombas nucleares como na Segunda Guerra Mundial. E tenho quase certeza que até lá na Idade da Pedra os homens das cavernas travavam batalhas por algum motivo.
Sabemos que essas são apenas algumas das guerras que já vivemos. Milhares de anos se passaram e ainda temos esse conceito - ou instinto, não sei nem dizero que seria - de aniquilarmos a nós mesmos. Em vez de nos aprimorarmos, criamos armas cada vez mais mortais para destruir o próximo. Isso é evoluir? Acredito que não, pelo contrário, por isso digo que as guerras são a prova mais concreta de que não estamos progredindo como sociedade, estamos regredindo. As bombas atômicas de hoje prometem ser muito mais destruidoras que as lançadas em Hiroshima e Nagasaki. Se uma Terceira Guerra Mundial eclodir, seria o caos. Uma frase de Einstein define a possível situação: "Não sei com que armas a III Guerra Mundial será lutada. Mas a IV Guerra Mundial será lutada com paus e pedras."
Caro leitor, talvez esteje pensando "o que fazer então? Falar é fácil, de nada adianta o discursar sem apresentar soluções". Realmente, não sei responder tal pergunta. Apontar uma forma de mudar toda a humanidade não é fácil, mas creio que uma conscientização de todos nós a respeitar o próximo já é um passo.
Se por acaso eu descobrir uma resposta dessa incógnita, eu posto aqui.





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